26 de outubro de 2023

Transporte nacional de cargas: 3 dicas para a sua gestão logística

Segundo o DENATRAN (Departamento Nacional de Trânsito), os veículos utilizados para o transporte nacional de cargas são diversos e, além disso, estão subdivididos em três grandes grupos: transporte de cargas, serviços e transporte de pessoas.Vale salientar que é necessário que o gestor de transportes saiba qual será o tipo de veículo de carga adequado para a realização de cada tarefa, pois, assim, conseguirá dimensionar o tamanho da frota que será utilizada, bem como fará a cobrança correta pelo frete executado.Acima de tudo, deve-se atentar para a capacidade dos veículos destinados ao transporte nacional de cargas, de acordo com as regras especificadas pela ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), inclusive a de manter o registro específico do veículo no RNTRC (Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas).

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Transporte nacional de cargas: 3 dicas para a sua gestão logística

3 dicas para a sua gestão logística de carga nacional

A gestão logística é essencial para garantir a lucratividade de uma empresa, independentemente do seu segmento. Desse modo, com base nas melhores práticas do mercado, elaboramos um artigo repleto de detalhes sobre como gerir operações logísticas e sobre realizar um bom trabalho de gerenciamento do transporte nacional de cargas.

Por isso, leia o artigo até o final e surpreenda-se. Boa leitura!

Quais os tipos de veículos utilizados no transporte nacional de cargas?

Segundo o DENATRAN (Departamento Nacional de Trânsito), os veículos utilizados para o transporte nacional de cargas são diversos e, além disso, estão subdivididos em três grandes grupos: transporte de cargas, serviços e transporte de pessoas.

Vale salientar que é necessário que o gestor de transportes saiba qual será o tipo de veículo de carga adequado para a realização de cada tarefa, pois, assim, conseguirá dimensionar o tamanho da frota que será utilizada, bem como fará a cobrança correta pelo frete executado.

Acima de tudo, deve-se atentar para a capacidade dos veículos destinados ao transporte nacional de cargas, de acordo com as regras especificadas pela ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), inclusive a de manter o registro específico do veículo no RNTRC (Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas).

Nesse sentido, vejamos alguns desses veículos utilizados para o transporte de cargas. São eles:

  • caminhão: veículo automotor, com carroceria e peso acima de 3.500kg;
  • carreta: destinado a tracionar ou arrastar outro veículo;
  • reboque: engate para outro veículo;
  • caminhão VUC: destinado a rodar pelas áreas urbanas para cargas ou mudanças;
  • bitrem: com 4 eixos, utilizado para cargas pesadas com capacidade de 22.000kg.

Qual a importância da Agência Nacional de Transporte Terrestre?

A ANTT tem como finalidade principal ser a instituição federal que regulariza e fiscaliza os serviços de transporte nacional de cargas ou de pessoas, pelas rodovias brasileiras. Portanto, esse é o órgão responsável por monitorar e fiscalizar as tarefas realizadas nas movimentações deste segmento do mercado.

Ou seja, a ANTT tem uma grande importância no incentivo da segurança no trânsito brasileiro, efetuando a verificação do peso das cargas, o sistema de freio dos veículos e possibilitando a redução de acidentes nas estradas.

Por que focar em KPI na gestão do transporte nacional de cargas?

É essencial focar nos indicadores para o transporte nacional de cargas, afinal, as métricas são fundamentais para auxiliar os gestores de transporte na verificação da qualidade dos serviços prestados com a distribuição das mercadorias.

Isso porque com a utilização de KPIs (Key Performance Indicators) será possível avaliar qual é o desempenho na realização das tarefas pertinentes a este setor do mercado, que por sinal é cada vez mais exigente com entregas pontuais, livre de erros ou danos.

Veja a seguir alguns desses indicadores importantes para o controle das atividades. O objetivo deles é, em resumo, alcançar maior crescimento do negócio, além de se destacar no nicho perante os concorrentes. São eles:

  • on-time & in-full (OTIF): também conhecido como “pedido perfeito”, mensura o nível das entregas;
  • on-time delivery (OTD): indicador que mostra o percentual de entregas sem atrasos;
  • order cycle time (OCT): indica o Tempo de Ciclo do Pedido total que consolida a encomenda;
  • custo do transporte: mostra os gastos encaixados na receita do negócio;
  • nível médio de estoque: avalia os dias que a empresa funciona com determinado estoque.

3 dicas para gerenciar o fluxo de transporte nacional de cargas

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Então siga as nossas dicas e transforme a forma de realizar as suas entregas de um jeito mais positivo e impactante para o consumidor final.

Mapeie e padronize processos

É importante dar a atenção necessária para o uso de metodologias que auxiliarão na gestão dos processos, como, por exemplo, o uso da notação BPMN (Business Process Modeling Notation).

Em síntese, esse é um método para modelagem visual de processos, por meio de uma padronização fácil e autoexplicativa.

A BPMN é muito útil, portanto, para descrever a lógica de processos que contam com muitas etapas. Nesse sentido, é uma metodologia ideal para a gestão de processos logísticos, inclusive para o transporte nacional de cargas. A maior vantagem em aderir à modelagem de processos por meio de BPMN é a possibilidade de uma visão gráfica que abranja todo o processo.

Muitas empresas que aderiram a essa prática notaram agilidade no trabalho em equipe e melhorias nos processos, pois a ferramenta permite a rápida identificação de problemas servindo de instrumento para uma gestão inteligente e eficaz.

Não abra mão do plano de risco

O plano de risco deve contemplar aqueles aos quais a empresa está exposta e uma série de estratégias para a prevenção ou mitigação deles. Em síntese, o plano de risco é um documento que contempla o diagnóstico da empresa em relação aos riscos atrelados a um cronograma de adequação, que usualmente é gerido pelo time de Qualidade.

Dentre as boas práticas encontradas no mercado estão as matrizes SWOT, FMEA e os diagramas 5W2H e Pareto.

Todas essas metodologias são instrumentos que facilitam a gestão do negócio e, além disso, apoiam a tomada de decisão com o objetivo de alcançar os melhores resultados possíveis.

No cenário logístico, os riscos mais graves são os acidentes de percurso e o transporte de cargas perigosas, que podem ser inflamáveis ou corrosivas. Sob a perspectiva dos riscos menores podemos citar os atrasos nas entregas de mercadorias e as multas.

Use a tecnologia a seu favor

Os benefícios do uso da tecnologia na gestão do transporte nacional de cargas são muitos, pois eles irão auxiliar na otimização dos processos, agilizando a realização das tarefas e facilitando o próprio controle do negócio. Assim, essas vantagens são inevitavelmente repassadas para o cliente, por meio de um serviço prestado com eficácia e maior qualidade.

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Com a e.Mix suas tarefas passarão a ser automatizadas, ganhando em produtividade a partir da melhoria dos seus processos e no desempenho da sua equipe.

Isso será possível a partir de softwares muito flexíveis que transformarão a sua forma de trabalho, com o controle completo das etapas da sua empresa.

Além disso, nossas dashboards trazem maior visibilidade aos setores, clientes internos e externos, de uma forma bem fácil e ágil.

Por fim, nosso time de especialistas se dedicará para a melhor implementação, análise e melhoria constante das soluções escolhidas para a realidade da sua demanda, por meio de um acompanhamento regular.

Crie automatizações incríveis e fáceis para os seus processos com a aplicação de novas performances que irão trazer maior assertividade para a gestão empresarial.

Perguntas & Respostas

Quais são os principais KPIs para o transporte nacional de cargas?

Os principais indicadores para o transporte nacional de cargas incluem o OTIF (on-time & in-full), que mensura o nível de entregas perfeitas, o OTD (on-time delivery), que mostra o percentual de entregas sem atrasos, e o OCT (order cycle time), que indica o tempo total de ciclo do pedido. Além desses, o custo do transporte e o nível médio de estoque também são métricas essenciais para avaliar a qualidade e a eficiência das operações logísticas.

Qual é o papel da ANTT na gestão do transporte nacional de cargas?

A ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) é a instituição federal responsável por regularizar e fiscalizar os serviços de transporte de cargas e de pessoas pelas rodovias brasileiras. Entre suas atribuições, destaca-se a verificação do peso das cargas e o sistema de freio dos veículos, contribuindo diretamente para a redução de acidentes nas estradas e para a segurança no trânsito brasileiro.

Por que mapear e padronizar processos é essencial na logística de transporte de cargas?

Mapear e padronizar processos permite que as empresas identifiquem gargalos e melhorem a eficiência operacional de forma estruturada. A metodologia BPMN (Business Process Modeling Notation) é especialmente indicada para esse fim, pois oferece uma visão gráfica de todo o processo logístico, facilita o trabalho em equipe e permite a rápida identificação de problemas, resultando em uma gestão mais inteligente e eficaz.

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