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FollowNet One vs. Excel

Sua operação de Comex não cabe mais em uma planilha.

O Excel foi feito para dados. Não para operações com 50 etapas, 20 parceiros e prazo que vira demurrage se ninguém vir o alerta.

CritérioExcelFollowNet One
Atualização de statusManual, por cada analistaAutomática — integrada com Siscomex, CEMercante, parceiros
Alertas de prazoNão existe — depende de quem lembrarAutomáticos e preditivos antes do free time vencer
Visibilidade por processoUma aba por processo, sem rastreabilidadeTimeline completa de cada processo em tempo real
Acesso para parceirosEnvio manual de arquivo por e-mailPortal de acesso configurável por perfil
KPIs e dashboardsGráfico feito à mão em cada relatórioBI integrado com indicadores atualizados automaticamente
Integração com ERPNenhuma — importação manualIntegração com SAP, OSGT (Thomson Reuters ONESOURCE Global Trade), TOTVS e via XML/API
Auditoria e históricoNão rastreável — quem editou o quê?Histórico completo por processo e por usuário
Escala com volumePlanilha trava acima de certo volumeProjetado para milhares de processos simultâneos

Por que a planilha funciona, até parar de funcionar

No começo, a planilha resolve. Poucos processos, uma pessoa que conhece tudo de cor, e a coluna de status atualizada à mão dá conta. O problema aparece quando o volume cresce: cada novo embarque é mais uma linha, cada parceiro é mais um e-mail, e o status só está correto enquanto alguém lembra de atualizar. Quando ninguém vê o alerta de free time a tempo, a planilha não avisa, e o custo vira demurrage. Não é que o Excel seja ruim; ele só não foi feito para operar processos com dezenas de etapas, prazos e parceiros simultâneos.

O que muda com uma plataforma de Control Tower

Em vez de uma planilha que depende de quem atualiza, a plataforma de Control Tower puxa o status automaticamente das fontes (Siscomex, CEMercante, parceiros) e mostra cada processo em uma timeline em tempo real. Os alertas de prazo são preditivos: o sistema avisa antes do free time vencer, não depois. Os parceiros acessam um portal configurável por perfil, sem troca manual de arquivos. E o histórico fica auditável: quem fez o quê, quando. A diferença prática é sair do modo reativo (apagar incêndio quando o problema já aconteceu) para o modo por exceção, em que o time foca só no que precisa de ação.

Antonio Dantas

Antes do FollowNet One, a gente controlava tudo em planilha. Parecia funcionar — até o dia que a planilha não foi atualizada e pagamos demurrage sem precisar.

Antonio Dantas Crane Worldwide Logistics

Perguntas frequentes

Sim. Muitos clientes importam e exportam dados via XML/API e mantêm planilhas para análises pontuais. A diferença é que o controle operacional (status, prazos, alertas) passa a viver na plataforma, não na planilha.
Não há um número fixo, mas o ponto de virada costuma ser quando uma pessoa já não consegue manter o status atualizado manualmente sem erro. Geralmente são algumas dezenas de processos simultâneos com múltiplos parceiros.
A equipe de implementação mapeia sua operação atual e configura a plataforma de acordo. Dados históricos relevantes podem ser importados; o processo é conduzido por uma equipe certificada em Lean Six Sigma.
Sim. A plataforma monitora free time por armador e dispara alertas preditivos antes do vencimento, evitando o custo que a planilha não avisa.
Não. Diferente de uma planilha complexa cheia de macros que dependem de uma pessoa, a plataforma é mantida pela e.Mix, com suporte especialista e Key User certificado na sua equipe.
O acesso de parceiros é via portal configurável por perfil, parte da plataforma. Os detalhes de licenciamento são tratados conforme o porte da operação na proposta.
Os primeiros ganhos aparecem em cerca de 30 dias após a contratação, com a implementação conduzida por etapas pela equipe da e.Mix.
Sim. Há integração com SAP, TOTVS, OSGT (Thomson Reuters ONESOURCE Global Trade) e outros via XML/API, eliminando a importação manual que a planilha exige.

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