
LOX Shipping: produtividade que dispensa contratação
Em uma operação que cresce sem parar, a LOX usa o FollowNet para fazer mais com a mesma equipe — e ganha BIDs antes mesmo da concorrência apresentar proposta.
Por Eloi Filho
Diretor de Desembaraço Aduaneiro
de relacionamento e.Mix → de Agility a DSV, GEODIS e agora LOX
de mão de obra em estudo de redução agressiva
da produtividade vem dos alertas automáticos
de economia de carga horária semanal por operador
O cenário: BIDs decididos antes do pitch comercial
A LOX Shipping nasceu em 2018 com uma proposta clara: ser uma operação de Comex moderna, enxuta, baseada em dados e inteligência de processo. Para o diretor de desembaraço aduaneiro Eloi Filho, com 33 anos de experiência em comércio exterior, o desafio era construir do zero uma operação que fosse competitiva em escala, sem o peso de processos manuais que dominam o setor.
“Não cabe mais no mercado de hoje fazer o processo manualmente“, afirma Eloi. “É uma ferramenta de venda, até porque eu preciso sair na frente de BID. Quando eu saio numa concorrência, eu preciso mostrar qual é o meu diferencial.”
Esse diferencial é construído sobre dois pilares: a inteligência do operador da LOX, e a tecnologia da e.Mix.

Tenho menos pessoas para produzir mais. A informação vem até mim — eu não dou a tela.
Eloi Filho, Diretor de Desembaraço Aduaneiro — LOX ShippingO resultado: produtividade que dispensa contratação
Quando perguntado quantas pessoas precisariam ser contratadas para igualar a produtividade atual sem o FollowNet, Eloi é direto: “pelo menos 50% do meu efetivo eu teria que dobrar para poder justificar a tomada“.
Em um estudo passado, a LOX chegou a apurar uma redução de até 70% em demanda de mão de obra — número agressivo, mas que ilustra o efeito acumulado de automações, customizações e inteligência de processo embarcadas no sistema. “A primeira automação eu não consigo abrir mão. A informação vem até mim. E a segunda, não menos importante, são os alertas — eles me dão 80% da minha produtividade, porque me direcionam para onde eu tenho que atacar o esforço“, explica Eloi.
Para uma operação que precisa competir por BIDs em mercado consolidado, transformar custo de pessoas em margem é decisivo.

Quem não está utilizando o FollowNet está no Atari ainda. Eu não me vejo hoje trabalhando sem a e.Mix.
Paulo Cruz, Especialista de Desembaraço Aduaneiro — LOX ShippingO operacional: gestão visual e SLA cumprido
Para Paulo Cruz, especialista com 25 anos de comércio exterior e Key User certificado, o ganho do dia-a-dia é mensurável. “Ganho aí de 30, 40% numa carga horária na semana — onde me deu possibilidade de analisar mais o processo, gerenciar e realmente garantir que os SLAs acordados estavam sendo cumpridos.”
O FollowNet substitui o caos das pastas físicas e anotações a lápis por um sistema visual baseado em faróis e mapas de calor. “Os grids funcionam para execução e os dashboards para gestão. É como se fosse Kanban eletrônico — a gente cria faróis, mapa de calor, e consegue determinar se as atividades estão correspondendo.”
Como gestor de equipes, Paulo usa os indicadores para redistribuir carga entre times em tempo real: “O sistema indica que aquela equipe pode ajudar uma outra que está com prazo mais curto. Isso ajuda bastante a gestão, fazer a demanda diária, a gente não deixar time atacando uma demanda antecipada enquanto o outro está apertado.“
O método: por que e.Mix não tem comparativo direto no mercado
Eloi começou a usar a e.Mix há mais de 10 anos, ainda na Agility. Levou a parceria para DSV, depois GEODIS, e agora LOX desde o dia zero da operação. Em todas as empresas, encontrou a mesma e.Mix — mas em diferentes graus de utilização.
“O quanto essa ferramenta evoluiu a nível de conceito, eu estive lado a lado com vocês. Quando eu falo que ela teve alterações, foi da gente perceber que não era utilizada no seu extremo“, explica Eloi. “Aqui na LOX a gente utiliza na essência. Todas as prevenções que ela nos traz, eu utilizo. A metodologia que é implementada aqui dentro da e.Mix, eu não encontrei no mercado.”
Não é coincidência. O Método e.Mix combina sistema, metodologia e gente que vive a rotina do cliente — três entregas que, juntas, fazem operações como a LOX competirem por excelência, não por preço.
Perguntas & Respostas
Quanto a LOX ganha em produtividade com o FollowNet?
Faz mais com menos: para igualar a produtividade atual sem o sistema, a equipe teria praticamente de dobrar. Um estudo interno chegou a apurar até 70% de redução de demanda de mão de obra.
Como o FollowNet ajuda a LOX a ganhar BIDs?
A informação antecipada e a inteligência de processo viram diferencial comercial — a LOX leva o FollowNet junto nas concorrências, como a sua "cereja do bolo".
O que muda no dia a dia da operação?
A informação passa a vir até o operador, por alertas e automações, em vez de ele ir buscá-la. Isso responde por boa parte do ganho de produtividade.
Quanto tempo leva para um operador dominar o sistema?
De 1 a 3 meses, conforme a experiência; quem já tem familiaridade com Comex absorve em cerca de um mês.
O cliente da LOX acompanha os processos?
Sim. Com dashboards e grids personalizados, o cliente recebe a informação on time e não precisa perguntar o status do seu processo.
Por que a LOX diz que a e.Mix não tem comparativo no mercado?
Pela metodologia: prevenção de processo, automações e inteligência que a LOX não encontrou em ferramentas usuais do mercado.
Há quanto tempo LOX e e.Mix trabalham juntas?
É uma parceria de mais de 10 anos, que acompanhou o gestor por diferentes empresas até chegar à LOX.
O que significa a comparação "do Atari ao PlayStation 5"?
É a metáfora de Paulo Cruz: operar sem o FollowNet é como jogar no Atari; com ele, a operação salta de patamar.
Qual solução da e.Mix a LOX utiliza?
O FollowNet, plataforma de control tower para desembaraço aduaneiro e follow-up de processos.