Retrospectiva FollowNet: aprendizados de 2025

Fazer uma retrospectiva FollowNet 2025 não é apenas listar entregas de produto. É olhar, com sinceridade, para o que vimos acontecer na operação de importadores […]

Retrospectiva FollowNet: aprendizados de 2025

Fazer uma retrospectiva FollowNet 2025 não é apenas listar entregas de produto. É olhar, com sinceridade, para o que vimos acontecer na operação de importadores e exportadores que decidiram sair do modo incêndio e migrar para uma gestão orientada a dados.

Na prática, 2025 foi o ano em que muitas empresas perceberam que não basta “ter sistema”. Sem metodologia e sem gente comprometida em executar a mudança, o software vira só mais uma tela. Por outro lado, quando combinamos sistema + metodologia + gente que resolve, o impacto em lead time, custos e governança aparece rápido.

A seguir, compartilho alguns aprendizados concretos que vimos ao longo do ano em projetos com o FollowNet One, sempre com foco em riscos financeiros, eficiência e previsibilidade.

1) Dados integrados mudam a conversa com a diretoria

Um dos principais aprendizados de 2025 foi simples e poderoso: quando a empresa passa a operar com uma visão única do Comex, a conversa com a diretoria muda de patamar.

Antes do FollowNet One, era comum encontrar cenários assim:

  • Logística chega na reunião com um número de custo
  • Financeiro apresenta outro
  • Compras fala de prazos diferentes
  • Comex traz uma terceira versão dos mesmos dados

Como resultado, as decisões estratégicas eram tomadas sobre um mosaico de informações, não sobre um quadro único. Após a centralização dos dados no FollowNet One, a realidade muda:

  • A diretoria passa a enxergar pipeline completo de embarques
  • Os custos logísticos são lidos à luz de margem e rentabilidade
  • As discussões saem do “quem está certo” e vão para “qual decisão tomamos”

Além disso, a visibilidade ponta a ponta reduz o espaço para surpresas e reforça a confiança na área de Comex e Supply Chain como parceira estratégica, não apenas operacional.

2) Control Tower prática vale mais do que dashboards complexos

Outro ponto da retrospectiva FollowNet 2025 é o aprendizado sobre dashboards. Muitas empresas acumulavam telas cheias de gráficos, mas com pouca ação. Em 2025, o que funcionou melhor foram painéis de exceção simples, que respondem a perguntas diretas em poucos cliques.

Na prática, vimos que:

  • Painéis focados em exceções (embarques com risco de atraso, free time perto do fim, documentos críticos pendentes) geram mais resultado do que relatórios genéricos
  • Alertas curtos, ligados a responsáveis, criam accountability e reduzem retrabalho
  • Times começam a usar o painel em rituais rápidos de 15 minutos, em vez de reuniões longas cheias de planilhas

Dessa forma, a Control Tower deixa de ser um “projeto de BI” e vira uma ferramenta viva de gestão diária.

3) Automação no Comex é jornada, não evento

Um terceiro aprendizado foi a compreensão de que automação não acontece de uma vez. As empresas que mais se beneficiaram em 2025 trataram a automação como jornada contínua, começando com poucos fluxos críticos e, em seguida, expandindo.

Algumas práticas comuns nos projetos mais bem-sucedidos:

  • Começar por um trade lane, família de produtos ou fluxo de importação específico
  • Automatizar primeiro os alertas de prazo e os pontos de maior risco financeiro
  • Validar o modelo com uma equipe piloto, ajustando regras e visões de painel
  • Escalar gradualmente para demais áreas, mantendo rituais de melhoria contínua

Além disso, a presença da equipe e.Mix como parceira ativa fez diferença. Em vez de entregar apenas o sistema, o time ajudou a desenhar fluxos, ajustar integrações e suportar o cliente na fase crítica de mudança de hábito.

4) Processos maduros geram ganho recorrente, não só “pico pós-projeto”

Talvez o aprendizado mais importante da retrospectiva FollowNet 2025 seja sobre sustentabilidade de resultado. Muitos projetos de software entregam um “pico de eficiência” logo após o go-live e, depois, o ganho se dilui.

Os clientes que mais sustentaram resultados ao longo do ano tinham um padrão em comum:

  • Rituais de acompanhamento da operação (semanais ou quinzenais) olhando o painel do FollowNet One
  • Indicadores de prazos, custos e exceções integrados às metas da área
  • Time interno capacitado, com multiplicadores que dominam o sistema e a metodologia
  • Backing da diretoria para manter a disciplina de processo, mesmo em períodos de pico

Na prática, isso significou menos demurrage, mais previsibilidade e decisões mais rápidas ao longo de todo o ano, não apenas na fase “novidade”.

Se você quer que 2026 seja lembrado como o ano em que sua empresa saiu de vez do modo incêndio no Comex, vale olhar para esses aprendizados com calma. Agende uma conversa com a e.Mix e veja como o FollowNet One, combinado com metodologia e uma equipe que entra junto com você, pode transformar sua operação em uma control tower madura e orientada a resultados:

Agende uma conversa com um especialista e veja o FollowNet One em ação:

Fale com um especialista

Veja também
Da visibilidade ao controle: evolua sua operação
Da visibilidade ao controle: evolua sua operação

Visibilidade é o primeiro passo. No entanto, a visibilidade sem controle vira ansiedade: você enxerga o problema, mas ainda corre atrás dele tarde demais. Além […]

Leia mais
Do Excel ao tempo real: o salto digital no Comex
Do Excel ao tempo real: o salto digital no Comex

Excel é útil. No entanto, ele vira risco quando vira sistema. Em Comex, o custo do Excel não é “licença”. É o custo da falta […]

Leia mais
Como preparar sua empresa para a Control Tower 360°
Como preparar sua empresa para a Control Tower 360°

Muita empresa quer Control Tower 360°, mas tenta começar pelo fim: comprando tecnologia antes de alinhar o processo. No entanto, a Control Tower só funciona […]

Leia mais