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18 de setembro de 2026
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DUIMP no modal terrestre: o que muda no Mercosul a partir de dezembro de 2026

A DI sai de cena no modal terrestre e rodoviário. Quem cruza a fronteira do Mercosul por Uruguaiana ou Foz precisa migrar para a DUIMP até dezembro de 2026. O que muda e por onde começar.

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DUIMP no modal terrestre: o que muda no Mercosul a partir de dezembro de 2026

Talvez a sua operação importe cruzando a fronteira terrestre do Mercosul, por Uruguaiana, Foz do Iguaçu, Chuí ou Jaguarão. A virada que já atingiu quem importa por Santos está chegando ao seu corredor. A DUIMP no modal terrestre passa a ser obrigatória e a velha Declaração de Importação (DI) sai de cena. Muita gente ainda pensa “isso é problema de quem importa por mar”, e é esse atraso de percepção que costuma virar carga parada na fronteira.

A conta é simples: quem não migrar para a DUIMP no prazo, não desembaraça. A Receita Federal e a Secretaria de Comércio Exterior conduzem o Novo Processo de Importação. A DI já foi desligada no marítimo e no aéreo em abril de 2026, e o terrestre é o próximo. Antes de detalhar o que muda, vale situar a ferramenta que já opera nesse novo processo. O FollowNet One é a plataforma de Control Tower com Modelo e.Mix. Ela centraliza eventos, documentos, alertas e KPIs de importação e exportação. Assim o time atua por exceção e resolve o que trava o processo antes que ele pare na fronteira.

  • O problema: a DI deixa de existir no modal terrestre e rodoviário, e quem não estiver em DUIMP não consegue desembaraçar a carga.
  • O custo-risco: carga retida na fronteira, demurrage rodoviário, linha de produção sem insumo e cliente sem entrega.
  • O mecanismo: Catálogo de Produtos pré-cadastrado, anuências (LPCO) digitais e dados consistentes na fonte oficial, prontos antes da chegada.
  • Como começar: um responsável, uma revisão semanal e um recorte pelas cargas de maior volume no corredor terrestre.

O que muda na fronteira a partir de 1º de dezembro de 2026

A partir de 1º de dezembro de 2026, a DI é desligada de forma definitiva no modal terrestre e rodoviário. É o que prevê o cronograma da Receita Federal e da SECEX. A importação que cruza a fronteira passa a ser encerrada apenas quando a entrega é vinculada à DUIMP no destino. Documentos que antes andavam em papel passam a ser manifestados de forma eletrônica, pelo módulo CCT do Portal Único. É o caso do Conhecimento de Transporte Rodoviário Internacional (CRT) e do MIC/DTA. Vale um registro honesto: ajustes pontuais de data já ocorreram em outros modais. Mesmo assim, a operação séria se prepara para o prazo, não para o adiamento.

“DUIMP ainda está longe da minha operação” é o mito mais caro

Essa é a frase que mais custa caixa hoje. O marítimo migrou em 22 de abril, o aéreo em 27 de abril, e o terrestre fecha o ciclo em dezembro. Quem opera nos corredores do Mercosul é atingido de forma direta, não marginal. O problema não é a lei nova em si, porque a fronteira raramente para por causa da norma. Ela para por causa de um Catálogo incompleto, de uma anuência que faltou ou de um dado que não bate. O risco não é teórico. É o caminhão parado na aduana enquanto o relógio corre.

O que a DUIMP no modal terrestre exige da sua operação

A DUIMP não é a DI com outro nome. Ela exige preparação de dados que antes ficava para depois. Na prática, três frentes precisam estar prontas antes de a carga chegar. A primeira é o Catálogo de Produtos cadastrado e correto. A segunda são as anuências (LPCO) digitais dos órgãos envolvidos. A terceira é a consistência entre pedido, fatura e classificação. É aqui que a plataforma faz diferença. Ela busca o dado na fonte oficial, mantém o Catálogo organizado e sinaliza a anuência que falta antes de virar trava. Em operações grandes de desembaraço, é essa base que segura o dia a dia, como mostra o depoimento a seguir.

Prova em campo. “A plataforma do FollowNet é o nosso sistema operacional dentro do desembaraço aduaneiro.” Carolina Póvoa, da DSV. É esse o ponto da operação onde a DUIMP passa a viver. abrir no YouTube

Por que integração e confiança viram diferencial na fronteira

Com o processo consolidado, o histórico da empresa passa a valer. Quem tem certificação, integração e consistência de informação tende a atravessar a fronteira mais rápido. Essa diferença deixa de ser detalhe operacional e vira vantagem comercial. Operações certificadas tratam a escolha da plataforma como decisão de risco, não de conveniência. Carolina Póvoa, da DSV, resume esse ponto ao falar da certificação de operador econômico autorizado: “Hoje a DSV é operador econômico autorizado, e para isso a gente precisa ter um parceiro que seja de confiança.” Para o importador, a lição é a mesma. Chegar em dezembro com dado confiável é o que mantém a carga andando.

Checklist: o que revisar antes de dezembro de 2026

Antes da virada, passe a operação do corredor terrestre por esta lista:

  • O Catálogo de Produtos das NCMs que cruzam a fronteira está completo e atualizado?
  • As anuências (LPCO) dos órgãos envolvidos estão mapeadas e digitais?
  • Os dados de pedido, fatura e classificação batem entre si e com a fonte oficial?
  • Sua operação já registra DUIMP no Portal Único ou ainda depende da DI?
  • Há um responsável único acompanhando a adequação semana a semana?
  • O corredor de maior volume (Uruguaiana, Foz) já foi testado ponta a ponta?

Como começar sem esperar a virada

Não é preciso migrar tudo de uma vez nem esperar dezembro chegar. Comece por um recorte e deixe o aprendizado guiar o resto:

  • Owner: um responsável pela adequação à DUIMP, em geral o coordenador de Comex, que reporta o avanço toda semana.
  • Cadência: uma revisão semanal do Catálogo de Produtos e das anuências das cargas do corredor terrestre.
  • KPI farol: percentual de itens com Catálogo completo e LPCO em dia.
  • Primeiro recorte: as NCMs de maior volume no Mercosul, antes de abrir para toda a operação.

Quer ver quem já opera no Novo Processo de Importação sem sobressalto na fronteira? Veja como outras empresas resolveram isso →

Saiba mais

Aprofunde no guia completo do tema: Guia da DUIMP: o novo processo de importação.


Perguntas & Respostas

O que é a DUIMP no modal terrestre?

É a Declaração Única de Importação aplicada às cargas que entram pelo modal terrestre e rodoviário, principalmente nas fronteiras do Mercosul. Ela substitui a antiga Declaração de Importação (DI) e passa a ser o documento que encerra a operação quando a entrega é vinculada no destino.

A partir de quando a DUIMP é obrigatória no modal rodoviário do Mercosul?

O cronograma da Receita Federal e da SECEX prevê o desligamento definitivo da DI no modal terrestre e rodoviário em 1º de dezembro de 2026. Ajustes pontuais de data já ocorreram em outros modais, então a recomendação é se preparar para o prazo, e não contar com adiamento.

A DI vai deixar de existir no modal terrestre?

Sim, no escopo alcançado. Assim como já aconteceu no marítimo e no aéreo em abril de 2026, a DI é desligada no terrestre e a operação passa a exigir DUIMP para desembaraçar a carga que cruza a fronteira.

Quem opera na fronteira do Mercosul precisa se preocupar agora?

Sim. Quem importa por Uruguaiana, Foz do Iguaçu, Chuí ou Jaguarão é atingido de forma direta. Preparar Catálogo de Produtos, anuências e dados leva tempo, então quanto mais perto de dezembro sem migração, maior o risco de carga parada.

O que a DUIMP no modal terrestre exige que a DI não exigia?

Exige preparação de dados antes da chegada: Catálogo de Produtos pré-cadastrado e correto, anuências (LPCO) digitais dos órgãos envolvidos e consistência entre pedido, fatura e classificação. É um processo orientado a dado, não a papel.

O que acontece com CRT e MIC/DTA no novo processo?

O Conhecimento de Transporte Rodoviário Internacional (CRT) e o MIC/DTA deixam de circular em papel e passam a ser manifestados de forma eletrônica pelo módulo CCT do Portal Único de Comércio Exterior, integrando a movimentação da carga à DUIMP no destino.

A objeção 'DUIMP ainda está longe da minha operação' faz sentido?

Não. O marítimo migrou em 22 de abril, o aéreo em 27 de abril e o terrestre fecha o ciclo em dezembro. Para quem opera nas fronteiras do Mercosul, a mudança é imediata, não distante.

Como o FollowNet One ajuda na migração para a DUIMP no terrestre?

A plataforma busca o dado na fonte oficial, mantém o Catálogo de Produtos organizado, sinaliza a anuência que falta e cruza pedido, fatura e classificação. Assim a operação chega à fronteira com a informação pronta, em vez de descobrir o problema com a carga parada.

Por onde começar a preparar a operação para dezembro de 2026?

Comece por um recorte: as NCMs de maior volume no corredor terrestre. Defina um responsável pela adequação, faça uma revisão semanal do Catálogo e das anuências e acompanhe um indicador simples de itens prontos. O resultado desse primeiro corte orienta a expansão.

Como preparar sua operação para a DUIMP no modal terrestre

Quatro decisões para migrar da DI para a DUIMP no corredor terrestre do Mercosul antes do prazo de dezembro de 2026, começando por um recorte.

  1. 1

    Defina o dono

    Nomeie um responsável pela adequação à DUIMP, em geral o coordenador de Comex, que reporta o avanço da migração toda semana.

  2. 2

    Estabeleça a cadência

    Crie uma revisão semanal do Catálogo de Produtos e das anuências (LPCO) das cargas que cruzam a fronteira terrestre.

  3. 3

    Escolha o farol

    Acompanhe um único KPI: percentual de itens com Catálogo de Produtos completo e LPCO em dia.

  4. 4

    Comece por um recorte

    Aplique primeiro às NCMs de maior volume no corredor do Mercosul, como Uruguaiana e Foz, antes de expandir para toda a operação.

A virada da DUIMP no terrestre chega em dezembro. Sua operação está pronta?

O FollowNet One já opera Catálogo de Produtos, anuências e registro de DUIMP no Portal Único. Veja como importadores atravessam a fronteira do Mercosul sem parar a carga: conheça os cases.

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