Automatizar processos aduaneiros críticos é o que separa controle de “sorte”. O herói é o(a) gestor(a) de Comex que responde por DI, prazos e evidência. […]

Automatizar processos aduaneiros críticos é o que separa controle de “sorte”. O herói é o(a) gestor(a) de Comex que responde por DI, prazos e evidência. E responde quando dá errado. Mesmo que o erro tenha nascido em um e-mail.
O FollowNet One (e.Mix) é uma Control Tower para importação/exportação que centraliza eventos, documentos e alertas para gestão por exceção e decisão de prazo/custo.
Quando processos aduaneiros críticos rodam no manual, o risco cresce em silêncio. Ele vira exigência, atraso e multa. Além disso, vira retrabalho e reprocesso de documento. E isso consome o time que deveria analisar.
Isso acontece porque “crítico” não é só o registro. Crítico é tudo que antecede o registro. É a aprovação do draft. É o documento faltante. É a consulta em portal em hora errada. Como resultado, você perde janela.
Vemos isso em operações reais. Vemos também que automação funciona quando tem regra, dono e evidência. Neste artigo mostramos um framework prático para automatizar processos aduaneiros críticos sem projeto infinito, usando gestão por exceção e alertas de desvios.
Crítico é o que trava o fluxo ou aumenta risco regulatório. Em geral, isso aparece em quatro blocos.
Além disso, crítico é o que tem prazo curto. E o que tem custo diário quando atrasa.
O erro comum é automatizar só o “final”. Só que o risco nasce antes. Ele nasce na versão errada. Ele nasce no documento que não chegou. Ele nasce na divergência que ninguém viu.
Por outro lado, quando você automatiza o “antes”, você reduz o “depois”. Você registra evidência cedo. E evita correção cara.
Use este roteiro como padrão.
Copie e aplique com um único fluxo primeiro.
RACI (Responsável, Aprovador, Consultado e Informado)
Além disso, o RACI reduz atrito com parceiros. Ele define quem decide e em quanto tempo.
Comece com automações simples. Elas dão ROI rápido.
Na prática, automação é isso. É tirar o risco do CPF. E levar para regra de negócio.
Automação reduz consulta manual e cria disparos automáticos para acelerar e padronizar o fluxo.
Antes: Dependência de pastas e consulta manual, com tempo gasto em entender “onde está” o processo.
Depois: Busca em portais e regras de disparo aumentam agilidade e sustentam SLAs.
Assista o depoimento no Youtube
Paulo Cruz — Especialista aduaneiro — LOX Shipping
Escolha um fluxo que tenha alto risco e repetição. Em seguida, faça recorte estreito. Você precisa estabilizar o padrão antes de escalar.
Recorte recomendado:
Plano de 30 dias:
Owner: Coordenador(a) de Comex
Cadência: semanal
KPI farol: % de pendências críticas resolvidas no SLA
Primeiro recorte: 1 parceiro (despachante) crítico
KPIs simples evitam discussão abstrata.
Além disso, esses KPIs ajudam OEA. Eles provam controle por evidência.
Automatizar processos aduaneiros críticos não é “engessar”. É reduzir erro e criar trilha auditável. O caminho prático é padronizar eventos, definir evidência e operar por gestão por exceção. Com alertas de desvios, você evita atraso antes do atraso. E protege prazo, caixa e reputação.
Plano resumido (3 passos):
Resultado esperado: menos exigência, menos atraso e mais previsibilidade.
Risco leve de não agir: você segue dependente de memória, e o custo aparece “do nada”.
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